Arquivo de Insights - 180 Seguros Fri, 03 Oct 2025 15:21:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://180s.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-logo-180Seguros-icon-1-32x32.webp Arquivo de Insights - 180 Seguros 32 32 228838918 Sustentabilidade na 180 Seguros: Princípios, Gestão e Compromissos https://180s.com.br/blog/relatorio-sustentabilidade/ https://180s.com.br/blog/relatorio-sustentabilidade/#respond Tue, 29 Jul 2025 20:58:28 +0000 https://180s.com.br/?p=6188 A 180 Seguros publicou em 2025 seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, referente ao exercício de 2024, consolidando o compromisso da empresa com a criação de valor sustentável. A estrutura do relatório segue diretrizes amplamente reconhecidas no mercado e está em conformidade com os requisitos da Circular SUSEP nº 666/2022. A seguir destacamos neste artigo alguns […]

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A 180 Seguros publicou em 2025 seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, referente ao exercício de 2024, consolidando o compromisso da empresa com a criação de valor sustentável. A estrutura do relatório segue diretrizes amplamente reconhecidas no mercado e está em conformidade com os requisitos da Circular SUSEP nº 666/2022. A seguir destacamos neste artigo alguns dos componentes chave do nosso relatório.

 

O Perfil e Propósito da 180 Seguros

 

A 180 Seguros é uma seguradora com forte viés tecnológico, ela foi concebida com a missão de transformar a forma como os seguros são distribuídos e consumidos no Brasil, via tecnologia proprietária. Desta forma estamos aptos a integrar, de forma eficiente e escalável, a oferta de seguros às jornadas de parceiros que têm grande capacidade de distribuição e alcançar diversos estratos sociais. Mais do que tudo, queremos mudar um quadro crítico do país: dezenas de milhões de brasileiros não contam com produtos de seguro para enfrentar imprevistos financeiros, materiais e de saúde.

 

Princípios Fundamentais de Sustentabilidade

 

A sustentabilidade na 180 Seguros é estruturada em três pilares essenciais: Ambiental, Social e de Governança (ASG). No campo ambiental, a empresa investe em eficiência energética, redução de resíduos e mitigação dos impactos operacionais. Socialmente, promove um ambiente inclusivo, com foco no bem-estar dos colaboradores, diversidade e apoio a comunidades. Na governança, adota políticas robustas de ética, observância regulatória, tanto no ambiente interno como também perante nossos parceiros e fornecedores. Também adotamos com zelo as melhores práticas para proteção de dados, privacidade e prevenção a fraudes e gestão de riscos.

 

Produtos com Valor Sustentável

 

Os seguros da 180 têm conexão direta com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O nosso carro-chefe, o seguro prestamista fortalece a estabilidade econômica das famílias ao proteger os tomadores de crédito contra imprevistos como morte, invalidez ou perda de renda, além da simples cobertura de dívidas. O seguro de acidentes pessoais promove o bem-estar oferecendo acesso a serviços de saúde minimizando os custos que podem ser de grande impacto para muitas famílias. A garantia estendida, contribui para o consumo responsável ao fomentar a economia circular, alinhado com o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis). Além disso, produtos residenciais e empresariais ajudam na mitigação de riscos climáticos.

 

Governança Corporativa, Compliance e Gestão de Riscos

 

A governança da 180 Seguros é baseada em integridade, transparência e responsabilidade, com políticas que asseguram a segregação de funções, evitam conflitos de interesse e promovem decisões alinhadas ao ambiente regulatório e à geração de valor sustentável. Nosso Programa de Compliance e Integridade abrange a identificação e a mitigação de riscos relacionados a fraudes, à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. A atuação é proativa para assegurar que princípios éticos e condutas responsáveis sejam compreendidos e praticados por todos.

 

Nosso modelo de gestão de riscos é descentralizado e estruturado com a definição clara de

papéis e responsabilidades entre gestores e funcionários-chave das áreas, aderente

ao conceito das Três Linhas de Defesa. Na Primeira Linha,  formada pelas áreas de negócios, operacionais e demais unidades que executam e gerenciam riscos nas operações. A Segunda, formada pelas áreas de Riscos, Controles Internos e Compliance, e que orienta e monitora riscos. E a Terceira, representada pela Auditoria Interna, que avalia a eficácia desses processos de forma independente.

 

A empresa também investe em cibersegurança e privacidade, com tecnologias avançadas e aderência à LGPD. A inovação é tratada como meio de ampliar o acesso ao seguro de forma simples e digital, com uso de dados, IA (Inteligência Artificial) e soluções modulares. Com foco no impacto inclusivo, a 180 promove uma inovação responsável, conectada à realidade dos brasileiros.

 

A 180 Seguros reafirma seu papel como agente de transformação no setor, incorporando práticas sustentáveis em sua operação, produtos e relacionamentos. Com uma governança sólida e uma atuação voltada à inovação responsável, a instituição contribui ativamente para uma economia mais justa, resiliente e sustentável.

 

Conheça, na íntegra, o Relatório de Sustentabilidade da 180 Seguros.

 

Imagem Ilustrativa

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Cooperativismo: um modelo econômico que favorece a inclusão financeira https://180s.com.br/blog/cooperativismo-e-a-inclusao-financeira/ https://180s.com.br/blog/cooperativismo-e-a-inclusao-financeira/#respond Wed, 02 Jul 2025 14:26:06 +0000 https://180s.com.br/?p=6073 O cooperativismo é um modelo econômico e social que está transformando nosso país. No Brasil, ele representa uma forma coletiva e democrática de acesso a crédito, serviços financeiros, saúde, agro e consumo, sempre com o objetivo de gerar valor para as pessoas e redistribuir os superávits financeiros entre os associados, fortalecendo a comunidade cooperada.   […]

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O cooperativismo é um modelo econômico e social que está transformando nosso país. No Brasil, ele representa uma forma coletiva e democrática de acesso a crédito, serviços financeiros, saúde, agro e consumo, sempre com o objetivo de gerar valor para as pessoas e redistribuir os superávits financeiros entre os associados, fortalecendo a comunidade cooperada.

 

Diferentemente das empresas tradicionais, nas cooperativas não há clientes: há cooperados, que são ao mesmo tempo usuários e donos do negócio. As decisões são tomadas de forma participativa e os resultados são reinvestidos no próprio ecossistema. O foco é o bem-estar comum, a educação financeira e o desenvolvimento sustentável das comunidades que adotam esse modelo associativo.

 

Hoje, o Brasil conta com mais de 23,4 milhões de cooperados e mais de 4.500 cooperativas ativas, gerando 550 mil empregos diretos e movimentando quase R$ 700 bilhões por ano. São números que revelam um movimento robusto, inclusivo e com forte presença em municípios onde muitas vezes não há agência bancária, mas existe uma cooperativa que garante o acesso a produtos e serviços essenciais.

 

Esse impacto vai além da economia. Em um país com altos níveis de desigualdade e baixa penetração de serviços financeiros, o cooperativismo é também uma plataforma de transformação social. Ele promove a educação financeira na prática, oferece produtos sob medida e, por meio da proximidade com os associados, contribui para a resiliência das famílias e pequenos negócios frente aos desafios do dia a dia.

 

Oportunidades de inclusão financeira, sobretudo em seguros

 

O Brasil é um país que conta com um sistema financeiro que é reconhecido pela robustez tecnológica e capacidade de superar crises econômicas. Também é verdade que nos últimos 15 anos nós observamos um forte movimento de bancarização, mais de 50 milhões de brasileiros obtiveram acesso a serviços bancários nesse período.

 

No entanto, no segmento de seguros, a barreira ainda se mantém. Com menos de 20% dos brasileiros cobertos por seguros de vida ou residencial, há uma grande lacuna de proteção entre os habitantes do país. A maior parte dos brasileiros está sujeita a imprevistos na contratação de crédito, em eventos que afetem a saúde, ou patrimoniais, como relacionados as suas residências.

 

É nesse cenário que o modelo de embedded insurance, ou seguro embarcado, se revela uma ferramenta poderosa para ampliar o impacto positivo das cooperativas. Ao integrar seguros diretamente à jornada do cooperado, seja ao contratar um empréstimo, acessar uma conta digital ou adquirir uma residência, é possível oferecer proteção financeira de forma simples, personalizada e dentro do contexto do cliente.

 

 

O embedded insurance permite que o seguro deixe de ser um produto de prateleira e passe a ser parte natural da solução financeira, entregando valor no momento certo, com uma linguagem próxima e uma experiência digital fluida. É uma inovação que complementa o espírito cooperativista, gerando mais segurança, inclusão e autonomia para os cooperados.

 

Na 180 identificamos esse setor como estratégico, não só pelo alcance, mas também pela cultura de sempre colocar o interesse do cooperado em primeiro lugar. Com esta conjuntura, decidimos customizar os nossos produtos e a nossa tecnologia para atender às Cooperativas e o seu alto grau de exigência. Como resultado, conquistamos a parceria com o Sistema Ailos, com mais de 20 anos de existência e 13 Cooperativas distribuídas no Sul e Sudeste. Estamos constantemente inovando e lançando novos produtos de proteção aos mais de 1,7 milhão de cooperados, impactando economicamente e socialmente essa comunidade.

 

Neste mês de julho, ao celebrarmos o Dia Internacional do Cooperativismo, expressamos o potencial dessa união: cooperativismo e embedded insurance juntos para promover não apenas acesso, mas também proteção e dignidade a milhões de brasileiros.

 

– Mauro Levi D’Ancona – Cofundador e CEO da 180 Seguros

 

 

Imagem Ilustrativa

 

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O que é Open Finance? Qual seu impacto no mercado brasileiro? https://180s.com.br/blog/open-finance/ https://180s.com.br/blog/open-finance/#respond Thu, 06 Feb 2025 18:08:35 +0000 https://180s.com.br/?p=5227 O Open Finance é uma iniciativa do Banco Central que permite que consumidores e pessoas jurídicas compartilhem dados e histórico de operações. Conheça.   O Open Finance é uma iniciativa do Banco Central do Brasil (BCB) que permite que consumidores e pessoas jurídicas compartilhem seus dados e histórico de operações financeiras com diversas instituições financeiras, […]

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O Open Finance é uma iniciativa do Banco Central que permite que consumidores e pessoas jurídicas compartilhem dados e histórico de operações. Conheça.

 

O Open Finance é uma iniciativa do Banco Central do Brasil (BCB) que permite que consumidores e pessoas jurídicas compartilhem seus dados e histórico de operações financeiras com diversas instituições financeiras, inclusive aquelas sem vínculo prévio de relacionamento. No Open Finance, esse compartilhamento se dá de forma segura e padronizada, via APIs, sempre com o consentimento desses consumidores e pessoas jurídicas.

 

O Open Finance cria um ecossistema financeiro aberto para que os clientes possam compartilhar seus dados financeiros entre instituições financeiras participantes, e assim, esses mesmos clientes, têm a oportunidade de conhecer ofertas distintas, e por meio de um ambiente mais competitivo, escolher as ofertas que melhor se adequam às suas necessidades.

Open Finance x Open Banking

O Open Finance nasceu como Open Banking, mas em maio de 2021 o BCB anunciou que o programa abarcaria um leque mais amplo de produtos financeiros, incluindo seguros, produtos de previdência, mercado de capitais e câmbio. Desta forma, a oferta de serviços financeiros ficou mais completa, favorecendo a concorrência e o espectro de opções que os consumidores podem considerar antes de contratar um serviço financeiro.

 

No modelo de Open Finance, um cliente que está acostumado a pedir empréstimos em uma determinada instituição financeira, pode compartilhar dados cadastrais e transacionais para que outras instituições possam oferecer produtos de crédito de forma personalizada e assertiva.

Com menos de cinco anos de existência, o Open Finance no Brasil já pode ser considerado um ecossistema maduro e consolidado. São cerca de 100 milhões de consentimentos ativos, mais de 65 milhões de usuários únicos e impressionantes 4 bilhões de chamadas de APIs por semana, números que demonstram a rápida adoção da tecnologia pelo mercado financeiro e pelos consumidores.

 

Além do compartilhamento seguro de dados, o modelo já avança para a iniciação de pagamentos, ampliando possibilidades de inovação, competição e inclusão financeira. Instituições que não se adaptarem a essa transformação correm o risco de ficar em desvantagem competitiva diante de um sistema mais aberto, integrado e centrado no usuário.

 

Segundo Ana Carla Abrão, CEO Open Finance Brasil, os testes da nova jornada de portabilidade de crédito começam ainda em 2025, com o lançamento oficial previsto para o início de 2026. O grande objetivo é tornar o processo simples e transparente para o consumidor, permitindo que ele compreenda cada etapa e tome decisões informadas.

 

Um ponto importante é garantir espaço para contrapropostas por parte do banco de origem, algo que pode beneficiar o cliente com melhores condições, mas sem permitir que essa etapa seja usada como barreira para dificultar ou atrasar a portabilidade.

 

A implementação começará pelo crédito pessoal e, em seguida, será ampliada para o crédito consignado federal.

 

O papel da tecnologia na iniciativa

O Open Finance faz uso de tecnologias avançadas, como APIs padronizadas, para integrar dados e serviços de diferentes players financeiros, facilitando a troca de informações de forma segura e célere. A mesma tecnologia que permite a facilidade dessa troca, é compatível com a legislação de LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e com as normas e os mecanismos de consentimento previstos pelo BCB.


Esse ecossistema que facilita a integração de dados entre instituições, favorece modelos de negócios como embedded finance. Instituições financeiras podem atuar de forma cooperativa para fazer ofertas para um determinado cliente. Por exemplo, uma fintech focada em produtos de crédito se associa a uma seguradora e, a partir da integração de dados entre as empresas, via API, poderá oferecer seguros aderentes ao perfil dos seus clientes via uma jornada fluida e digital.

Como a regulação favorece a competição no mercado financeiro

A evolução da regulação é um claro elemento que impulsiona o Open Finance e a competição no sistema financeiro brasileiro. Há vinte anos atrás, eram raros os novos entrantes neste mercado. Com o passar do tempo, o BCB deu início a ajustes regulatórios na direção de fomentar a concorrência, criando diferentes mecanismos para, de fato, abarcar novos players, sobretudo as instituições de pagamento.

 

A realidade mudou há pouco mais de 10 anos com a regulamentação da indústria financeira promovida pelo BCB via a aprovação da Lei Federal nº 12.865/2013, que criou a figura das instituições de pagamento, possibilitando que dezenas de empresas entrassem nesse mercado. Trata-se de um marco para o segmento de fintechs que passaram a oferecer serviços de compra, venda e movimentação de recursos voltados para pagamentos. Esses players são fundamentais para garantir maior concorrência no sistema financeiro, paulatinamente os novos entrantes desenvolveram um amplo portfólio de produtos amparados pelo Open Finance.


O Open Finance teve início em fevereiro de 2021. Atualmente, ele está na Fase 4 direcionada à ampliação e diversificação dos dados e serviços disponíveis para compartilhamento. O intuito é disponibilizar aos consumidores uma gama mais ampla de produtos financeiros integrados e personalizados, incluindo os  seguros.

Imagem Ilustrativa

Impacto na oferta via novos players e Open Finance

Consumidores, pessoa física e jurídica, sobretudo após o marco regulatório de 2013, foram beneficiados pelo ingresso de fintechs no mercado. Via produtos direcionados a melhorar a experiência desses clientes e uma precificação mais atrativa, as fintechs foram ganhando espaço e aumentado sua oferta de serviços, sobretudo na arena digital.

 

Com a ascensão dessas organizações que combinam um uso mais intensivo de tecnologia e dados para oferecer produtos mais atraentes, o Open Finance promove maior concorrência não somente entre bancos, passando a incluir fintechs dos mais diversos setores, e até empresas do varejo e outros setores que ofertam produtos financeiros via parcerias no modelo embedded finance.

Como o Modelo de Embedded Finance se Beneficia do Open Finance

O Embedded Finance, podendo ser traduzido como “finanças embutidas”, refere-se à integração de serviços financeiros na jornada de compra ou experiência de uso de produtos e serviços de instituições financeiras e não financeiras. Com o advento do Open Finance, esse modelo é fortalecido via:

 

 

– Acesso a Dados Comportamentais: Empresas que atuam com embedded finance podem acessar informações detalhadas, como histórico de crédito e comportamento de consumo.

 

– Customização de Produtos: a partir dos dados disponíveis via Open Finance, é possível personalizar serviços diretamente integrados à experiência do cliente.

 

– Integração Ágil: As APIs padronizadas do Open Finance facilitam a integração com empresas de diferentes setores, serviços financeiros são oferecidos de forma mais ágil.

 

– Desenvolvimento de Ecossistemas: Empresas que adotam embedded finance tornam-se hubs de ecossistemas financeiros, agregando valor para os clientes e gerando novas receitas.

 

– Expansão de Mercado e Inclusão Financeira: Com o Open Finance, as oportunidades de incluir serviços financeiros no cotidiano dos consumidores se ampliam, desde pagamentos até seguros ou financiamento, aumentando a penetração desses serviços na sociedade brasileira.

 

Open Insurance se soma ao Open Finance

É o modelo que permite ao consumidor autorizar o compartilhamento de seus dados e serviços de seguros, previdência complementar aberta e capitalização entre empresas autorizadas pela Susep, de forma segura, padronizada e conveniente.

 

O Open Insurance atua como um grande orquestrador de troca de informações das instituições participantes, operacionalizando e padronizando o compartilhamento de dados e serviços por meio de abertura e integração de sistemas, com privacidade e segurança. 

 

Entre os benefícios e soluções possíveis relacionados ao Open Insurance, podemos elencar três vertentes:

 

Comparadores e marketplaces

Favorece a criação de aplicativos e proposta de valor de players já existentes que reúnem, em um único local, produtos de diversas seguradoras, permitindo que os consumidores façam escolhas mais conscientes. Caso desejem, poderão ainda usar seus próprios dados para receber recomendações de produtos mais alinhados ao seu perfil.

 

Aplicativos e soluções focadas em inovação e conveniência

Novas soluções surgirão para atender às necessidades dos consumidores, como a agregação de informações financeiras mantidas em diferentes instituições, Os produtos terão um grau maior de personalização, potencializando a comercialização de seguros, previdência complementar e capitalização.

 

Serviços digitais para seguros e previdência

Processos como aviso de sinistro, portabilidade de previdência e outros serviços relacionados poderão ser realizados de maneira mais simples, ágil e totalmente digital. O modelo de embeddded insurance deve se beneficiar da maior integração entre empresas financeiras e não financeiras que o Open Insurance incentivará.

 

Interoperabilidade entre Open Finance e Open Insurance

 

Os órgãos reguladores do sistema financeiro e de seguros — Conselho Monetário Nacional (CMN) e Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) — publicaram a Resolução Conjunta nº 5/2022, que estabelece as regras de interoperabilidade no Open Finance.

 

Com essa medida, os clientes passam a poder compartilhar seus dados de forma mais ampla entre diferentes ecossistemas, permitindo integração entre Open Finance e Open Insurance. Assim, informações podem circular com segurança entre bancos, instituições de pagamento, cooperativas de crédito, seguradoras, entidades de previdência complementar aberta, sociedades de capitalização e outras instituições autorizadas pelo Banco Central e pela Susep.

Na 180 Seguros estamos entusiasmados com o contexto do Open Finance e as possibilidades de aplicar nossa expertise em customização de jornadas de aquisição de seguros. Por meio de parceiros propensos a atuar no modelo de embedded insurance, podemos oferecer seguros dentro do contexto dos clientes, por exemplo, no processo de contratação de crédito, de um produto residencial etc.

Esperamos que o Open Insurance ofereça tantas oportunidades quanto o que nos trouxe o Open Finance e que todas as empresas que apresentarem ofertas de serviços de fintechs também possam agregar soluções de seguros. No futuro, todas as empresas serão insurtechs!

Saiba mais sobre  a 180 seguros

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Embedded Insurance – A Venda de Seguros Aderente ao Contexto dos Clientes https://180s.com.br/blog/embedded-insurance/ https://180s.com.br/blog/embedded-insurance/#respond Thu, 06 Feb 2025 17:27:52 +0000 https://180s.com.br/?p=5080 Tradicionalmente, seguros são comercializados por meio de corretores, bancos e seguradoras. Produtos variados, como seguros de vida e automóvel, sempre foram apresentados como soluções específicas para proteção contra riscos e incidentes que afetam famílias, bens e serviços. No entanto, com o avanço da tecnologia digital, um novo modelo de oferta de seguros está ganhando destaque: […]

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Tradicionalmente, seguros são comercializados por meio de corretores, bancos e seguradoras. Produtos variados, como seguros de vida e automóvel, sempre foram apresentados como soluções específicas para proteção contra riscos e incidentes que afetam famílias, bens e serviços.

No entanto, com o avanço da tecnologia digital, um novo modelo de oferta de seguros está ganhando destaque: o embedded insurance.

 

O que é embedded insurance?

Nesse modelo, a venda de seguros se integra à jornada de compra de bens ou serviços. Por exemplo, ao adquirir um imóvel, o cliente pode optar por contratar um seguro residencial ou, ao contratar um crédito, incluir um seguro prestamista que o proteja contra imprevistos que possam comprometer o pagamento.

Essa integração já era possível no mundo analógico, mas por meio de processos morosos,  com intervenção humana e burocracia, por exemplo, nas agências bancárias. No cenário atual, com a digitalização crescente do consumo de bens e serviços, especialmente por canais digitais, as oportunidades de vender seguros em diversas situações e momentos-chave do processo de compra aumentaram exponencialmente.

Por um lado, seguradoras e empresas de diversos setores estão desenvolvendo soluções que consideram a jornada de compra e a adequação do seguro ao contexto dos clientes. Na outra ponta, há uma demanda crescente de consumidores com DNA digital. No Brasil, temos uma maior participação das gerações millenials e Z na economia, e, especificamente no setor financeiro, temos uma população diversa que se acostumou a comprar, pagar e receber via canais digitais. Soma-se a isso o grande número de fintechs no país, que ultrapassa 2 mil empresas. Algumas das mais bem-sucedidas, como Nubank, PicPay e Banco Neon, detém dezenas de milhões de clientes que transacionam predominantemente online.

O aspecto mais interessante do embedded insurance é que a oferta de seguros não será restrita às instituições financeiras. Empresas de setores como turismo, imobiliário, entretenimento e transportes podem oferecer seguros diretamente relacionados aos seus produtos e serviços. Dessa forma, além de oferecerem proteção relevante aos seus clientes, fortalecem seus ecossistemas e geram receitas adicionais.

Qual o Papel da Tecnologia neste Modelo?

Os seguros estão sempre relacionados a riscos futuros e diversas variáveis. Personalizar ofertas e compreender os riscos envolvidos exige acesso a um grande volume de dados e a capacidade de correlacioná-los de forma assertiva. Nesse contexto, a tecnologia assume um protagonismo inédito no setor.

Os players pioneiros no embedded insurance já utilizam tecnologias como inteligência artificial (IA) e processos automatizados para otimizar e escalar operações, incluindo análises de perfil, subscrição de seguros e personalização de ofertas. A tecnologia tem transformado toda a cadeia de relacionamento com os clientes, abrangendo desde o atendimento até o processamento de sinistros, colocando o segurado no centro da experiência. A tecnologia ainda se revela crucial oferecendo alternativas de integração de sistemas e softwares, via APIs por exemplo, e ao endereçar as premissas de escalabilidade e segurança. Todos esses componentes são chave para as jornadas com soluções embedded.

Quais são as projeções de embedded insurance no mundo?

O mercado global de embedded insurance deve crescer de US$ 13 bilhões para mais de US$ 70 bilhões em prêmios emitidos até 2030, segundo o Boston Consulting Group (BCG), o que representa uma taxa de crescimento anual de 23%.  Um crescimento quatro vezes acima da média da indústria de seguros, com previsão de avançar pouco acima de 5% ao ano nesse período.

 

Para sustentar esse avanço, seguradoras, insurtechs e parceiros como fintechs, e-commerces e plataformas digitais investem em integrações com mínima fricção técnica, usando APIs, agentes de IA e outras ferramentas plug-and-play. O objetivo é oferecer uma experiência fluida e contextual para o cliente final.

 

Oportunidade promissora para o Mercado Brasileiro

O modelo de embedded insurance é particularmente promissor no Brasil. A penetração de seguros no país é baixa, e a aquisição desses produtos ainda não é um hábito consolidado, diferentemente do que se pode constatar nas economias desenvolvidas. A oferta contextual, em que o seguro está diretamente ligado a um produto ou serviço em transação, aliada à facilidade com que os brasileiros consomem em ecossistemas digitais, favorece o crescimento do setor via oferta embedded.

Do lado da oferta, o Brasil conta com fintechs, bancos, cooperativas e um setor varejista robustos. O investimento em tecnologia nesses segmentos já é elevado e tende a crescer ainda mais.

 

Como a inteligência artificial se integra ao modelo embedded insurance?

Com o avanço da inteligência artificial, o comprometimento das empresas com a inovação tende a se intensificar, ampliando a capacidade de personalizar serviços, processar grandes volumes de dados e oferecer uma melhor experiência e mais privacidade nas transações. O perfil digital driven dos brasileiros se encaixa perfeitamente nesse movimento de transformação tecnológica que vem redefinindo o sistema financeiro e diversos outros setores.

 

Mais especificamente, além das APIs, cresce a tendência de integrações feitas por meio de agentes de IA de parceiros que se conectam diretamente aos agentes das seguradoras ou insurtechs. A 180 Seguros já atua de forma pioneira com parceiros para operacionalizar esse modelo, tornando a integração mais fluida e permitindo interações conversacionais entres os clientes dos parceiros e os sistemas da 180.

 

Aqui na 180 Seguros estamos entusiasmados e prontos, via tecnologia proprietária e expertise em customização de produtos e jornadas de aquisição de seguros, para atuar com parceiros que têm potencial de adesão ao modelo de embedded insurance

Para nós, a visão é de que futuramente todas as empresas que apresentarão ofertas de serviços de fintechs também poderão abranger o setor de seguros. No futuro, todas as empresas serão insurtechs!

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